Quando o Eu se manifesta

As experiências que vou descrever são tão prováveis que lhe aconteçam como ganhar algum bom prémio numa lotaria ou jogo de probabilidades similar, mas, não vá acontecer e não compreender o que se passou...
Quando me refiro ao "Eu" estou a falar do nosso Espírito
Deslocações súbitas do Espírito
Se um dia sentir subitamente como se algo para lá do seu corpo físico se mexeu, se deslocou, é porque o seu espírito rapidamente saiu.
Isto é, o corpo e a nossa consciência estão cá mas o Espírito poderá não estar. E ele sai subtilmente e retorna sem que o percepcionemos.
Só quando existem ameaças de outras entidades presentes é que o seu Espírito pode reagir saindo tão bruscamente (deslocando-se desdobrando-se do corpo físico) levando inclusive a que se perca o equilíbrio (é bom estarmos sentados).
Como comecei por dizer, é muito pouco provável que alguma vez sinta ou passe por esta experiência.
Pessoalmente só me aconteceu duas vezes.
A primeira, acompanhava a pedido especial de uma pessoa, a uma médium de incorporação. Estava sentado e incorporou um espírito maligno proferindo ameaças à pessoa que quis lá ir. Eu que pela primeira vez me via naqueles assados, senti uma súbita violenta expansão no meu peito e algo a sair perdendo por momentos o sentido de equilíbrio.
Fiquei depois a saber pela Médium, que eu, novato, sem perceber nada, tinha um Espírito muito forte que havia atacado e vencido uma entidade negativa.
Nem se imagina a cena... (e o meu espanto)
A segunda vez, só senti as deslocações no corpo simétricas ao mesmo como se o meu Eu superior estivesse inquieto. Mais tarde vim a saber que estavam presentes entidades negativas e encontrava-me num local publico.
Possessão
Situação muito chata para quem descobre. Pode-se até passar uma vida sem saber que estamos possuídos.
E se não estamos e já tivermos uma sensibilidade, pode-se sentir desde uma opressão fortíssima no peito (chacra do coração), ou violentas dores no topo da cabeça (chacra da coroa) que é a tentativa de violar o nosso corpo.
Se entrarem e se os sentirmos, sentimo-nos muito mal, como se algo estivesse dentro do peito ou na cabeça ou outra parte do corpo. Podem só ser uns chatos que ficam uns tempos e depois vão.
Estas experiências querem somente dizer que somos médiuns de incorporação, estamos cá para fazer um trabalho e é a forma do destino nos dizer:
- Está na hora de cumprires a tua Missão na Vida.
Descanse, como disse, é muito improvável que venha a sentir algo do género, ou ser intuído ou sentindo a existência de presenças nas suas imediações.
Influencias externas
Também podemos ser tomados e influenciados nas nossas decisões sem o percebermos - sim é difícil perceber quais são os nossos verdadeiros pensamentos e os que nos são colocados na mente - e tal acontece quando somos vitimas de feitiços em que as entidades subitamente se apossam do nosso corpo e nos comandam sem o percebermos.
Olhe para os olhos da vítima, espelho da alma, se estiverem vazios naquele momento, você reconhecerá que não está a ouvir a pessoa mas algo que o está a comandar - esta é a mecânica das entidades (macumbas/feitiços/bruxaria) para fazerem separar os casais, afastar clientes, etc.
Os cabelos arrepiam-se
E o resto do corpo também, mas é mais o coro cabeludo que indica a proximidade muito próxima de uma entidade com uma vibração próxima à humana.
Quero dizer que naturalmente não somos sensíveis a presenças de energias inteligentes naturais designadas como Elementais, Demónios, ou entidades extraterrestres por terem vibrações fora da nossa percepção.
Somos sensíveis a Anjos e Espíritos desencarnados, agora, Anjos superiores, é muito pouco provável que sinta também a sua proximidade (como o Arcanjo Miguel ou o Arcanjo Rafael quando invocamos o seu auxílio).
Visualize um radio e o selector de canais. Nós somos uma pequena faixa e só captamos aquela pequena faixa e tudo o resto está para lá da nossa sensibilidade.
Os espíritos à bulha
A melhor forma de descrever a situação é relatando um caso real.
Passar uma noite inteira inquieto sem ser capaz de dormir, com uma sensação de um forte desconforto. No dia seguinte, sabe-se que alguém que nos detesta profundamente passou pelo mesmo incluindo também a pessoa com quem estava casada.
A explicação foi que o espírito da pessoa que detestava a primeira foi andar à briga durante a noite e isso também incomodou o espírito do conjugue que estava deitado com a pessoa detestável.
Vampirismo de energia e programações
Os Espíritos dos vivos e dos desencarnados também influenciam os terceiros. Como exemplo, existem muitos casos familiares em que as pessoas estão de tal modo condicionadas ou programadas que não são elas próprias, Vivem infelizes e como Zombis.
Também sugam/vampiram a energia das vítimas podendo inclusive causar formas de epilepsia ou de esquizofrenia, personalidades duplas, etc.